O Microsoft Teams prevê iniciar em novembro de 2026 a liberação de um recurso de detecção de deepfakes (conteúdos em vídeo ou áudio manipulados digitalmente por inteligência artificial) em tempo real durante reuniões. A avaliação dos sinais multimídia suspeitos será feita por ferramentas de empresas terceirizadas devidamente certificadas, dispensando o uso de um modelo proprietário da plataforma. O serviço atuará repassando esses avisos diretamente na chamada, sem derrubar ou bloquear a transmissão identificada de maneira automática.1

Segundo a documentação técnica da Microsoft, bots de detecção certificados (programas automatizados) emitirão sinalizações visíveis aos demais participantes ao identificarem mídia sintética em uso por algum integrante. A medida procura conter investidas de engenharia social voltadas ao furto de credenciais, quantias financeiras e dados corporativos confidenciais por meio da clonagem visual e vocal de gestores ou colegas. A ferramenta tem previsão de distribuição global para os sistemas Windows, macOS, Android e iOS, embora as companhias parceiras ainda não tenham sido anunciadas oficialmente.1