A B3, bolsa de valores brasileira sediada em São Paulo e supervisionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), reduziu em 40% o tempo de entrega de seus produtos por meio do uso de inteligência artificial. Nos últimos dois anos, a instituição também multiplicou por cinco sua capacidade de desenvolvimento de novas soluções.12

A operação da companhia conta atualmente com um portfólio de 35 modelos de linguagem de grande porte (LLM, na sigla em inglês) e cerca de três mil agentes de inteligência artificial. O uso dessas ferramentas abrange a geração e revisão de código, a automação de testes, a criação de protótipos e a construção direta de aplicações.1

Segundo o diretor de Tecnologia da B3, Thiago Suzano, a inteligência artificial expande o trabalho das equipes e dá agilidade ao ciclo de desenvolvimento e implantação dos projetos sem comprometer padrões de segurança. As soluções concebidas com suporte da tecnologia passam por uma estrutura de governança com supervisão humana e validação obrigatória antes da entrada em operação.1